Em um motor funcionando, a velocidade do ar é muito variável, mas em um banco de fluxo ela é constante. Ao longo de uma faixa acima de um mínimo, o fluxo permanece com o mesmo padrão e não é afetado com o aumento ou diminuição da velocidade. A adição de combustível vaporizado no fluxo de ar possui um efeito pequeno, e além disto, a metade do combustível não estará mais vaporizado ao chegar a câmara de combustão. Mas, se possui um efeito insignificante no fluxo de ar, ele afeta bastante a distribuição no coletor. A adequada distribuição em combustível em motores monocilindricos é uma consideração importante e influirá nas áreas dos condutos.

Em anos recentes, engenheiros e preparadores descobriram que o teste de fluxo é o caminho mais curto para a alta performance, sendo possível testar qualquer cabeçote, coletor, carburador, escape, conversores catalíticos, blocos e filtros.

Quantas vezes você já se perguntou que diferença faria fazer janelas e condutos diferentes, ou polir as passagens, ou quanto um filtro restringe a passagem de ar? Qual a velocidade ideal de ar pelo carburador? Qual o desenho da sede de válvula mais adequado? Com o banco de fluxo você pode solucionar o problema.

No passado, usa-se a intuição para os trabalhos em janelas de motor. Hoje, nota-se pelos testes que a intuição é um péssimo guia. A maior parte dos “melhoramentos” que se fazia reduziam o fluxo. As vezes, arestas e pontas são melhores que cantos arredondados. Janelas visualmente idênticas podem dar a diferença de 20% no fluxo.

Um exemplo típico de programa de pesquisa com o banco de fluxo consta do seguinte: O ângulo de entrada de uma válvula de escape pode variar de 10º a 30º, assim acha-se o melhor ângulo e tamanho. Então, o assento da válvula de escape pode variar em tamanho em até 1mm. O ângulo de saída pode ser testado à 65º, 70º e 80º para achar-se o ótimo. Trabalhando-se apenas estas variáveis pode se incrementar o fluxo em até 25% com baixos alçamentos de válvula. E você pode fazer este trabalho em uma manhã, com o banco de fluxo.

Como Trabalhar:

O procedimento para testes de fluxo é muito simples. Ar é soprado ou sugado através do cabeçote é uma pressão de teste constante por uma base que simula o cilindro do motor. Então, o fluxo de ar é medido. Quanto maior o fluxo, mais ar passa atrás do motor a cada ciclo. O fluxo será testado e medido.

O banco de fluxo é desenhado para medir o fluxo de ar dos cabeçotes, coletores, escapes ou carburadores. Para testes de entrada, o ar é sugado para dentro do aparelho. Para testes de saída, o fluxo é invertido por um botão no painel.

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